História de Zé PilintraJosé dos Anjos, nascido no interior de Pernambuco, era um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava. Dificilmente encaravam-no sózinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam.
Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bondoso, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.
Sua vida era a noite. Sua alegria, as cartas, os dadinhos a bebida, a farra, as mulheres e por que não, as brigas. Jogava para ganhar, mas não gostava de enganar os incautos, estes sempre dispensava, mandava embora, mesmo que precisasse dar uns cascudos neles. Mas ao contrário, aos falsos espertos, os que se achavam mais capazes no manuseio das cartas e dos dados, a estes enganava o quanto podia e os considerava os verdadeiros otários. Incentivava-os ao jogo, perdendo de propósito quando as apostas ainda eram baixas e os limpando completamente ao final das partidas. Isso bebendo aguardente, cerveja, vermouth, e outros alcoólicos que aparecessem.
Inicialmente criamos este blog com a intenção de divulgar apenas um Bloco carnavalesco com a tradicional Banda da Sapucaia. Onde dezenas de blocos e foliões descem a rua Moraes Barros abrindo o carnaval de rua da cidade de Piracicaba - SP. Famílias, amigos, crianças e até bebês se divertem ao som de trios elétricos que tem a concentração na praça Bonga e Daniel.
Seja muito bem vindo
Um personagem bastante conhecido seja por frequentadores das religiões de Matrizes Africanas onde atua como entidade, por sua notável malandragem, Seu Zé tem sua imagem reconhecida como um ícone, um representante, o verdadeiro estereótipo do malandro, ou porque não dizer, da malandragem brasileira e mais especificamente, carioca. Trata-se de uma corrente que, de uma forma ou de outra, permeia o imaginário popular da cultura brasileira e portanto carrega suas egrégoras tanto como outras.
Seu Zé tem uma tremenda elegância e competência, mesmo sendo negro (levando em consideração que, para a época em que os negros e brancos viviam praticamente isolados, apesar da existência de uma numerosa população mestiça nas grandes cidades brasileiras, e que desse abismo social implicava também uma grande divisão financeira de classe social). É como se a figura do Seu Zé torna-se representativa da própria dignidade do negro, deixando para trás a ideia de um negro “arrasta-pé”, maltrapilho ou simples trabalhador braçal.
Por isso, usaremos este blog para que de maneira bem simples, coloquemos todas as formas de seu Zé Pilintra, e de tantas manifestações das Religiões de Matrizes Africanas.
Seu Zé tem uma tremenda elegância e competência, mesmo sendo negro (levando em consideração que, para a época em que os negros e brancos viviam praticamente isolados, apesar da existência de uma numerosa população mestiça nas grandes cidades brasileiras, e que desse abismo social implicava também uma grande divisão financeira de classe social). É como se a figura do Seu Zé torna-se representativa da própria dignidade do negro, deixando para trás a ideia de um negro “arrasta-pé”, maltrapilho ou simples trabalhador braçal.
Por isso, usaremos este blog para que de maneira bem simples, coloquemos todas as formas de seu Zé Pilintra, e de tantas manifestações das Religiões de Matrizes Africanas.
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